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segunda-feira, 7 de maio de 2018

PONTE MARÍTIMA AMÉRICA DO SUL-AFRICA I


PONTE MARÍTIMA AMÉRICA DO SUL -ÁFRICA 1
AUTORIA MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH
APRESENTAÇÃO

Por intermeio de FERRY BOAT TRANS ATLÂNTICOS que com a tecnologia moderna não é mais utopia e sim realidade ,esses FERRY BOAT TRANS ATLÂNTICOS cruzaria O OCEANO a parte mais estreita é NATAL RN BRASIL COM DACAR SENEGAL de 2300 km ; CABEDELO PB BRASIL com BANJUL GAMBIA, RECIFE PE BRASIL COM ZIGUINCHOR SENEGAL.

JUSTIFICATIVAS:
1) Criaria novos empregos.
2)intensificaria o comercio e o turismo fazendo do NORDESTE DO BRASIL a principal porta de entrada e saída com EUROPA,ÁFRICA E ORIENTE MÉDIO.
3)Simplificaria o tempo de carrego e descarrego pois os trens cargueiros entrariam no FERRY BOAT junto com carros e camiões cruzando O OCEANO ATLÂNTICO .Por exemplo a SOJA E MILHO DA MAPITOBA poderia chegar por rodovia outras ferrovia aos portos e embarcar tendo muitas RODOVIAS entre elas BR 230/ BR 101/BR 116  ,seria construída do lado AFRICANO A FERROVIA TRANS HISPANO AFRICANA ligando CIDADE DO CABO NA ÁFRICA DO SUL a LUANDA ANGOLA,CABINA,CONGO,PONTE NOIRE,-YAUNDE CAMARÕES-LAGOS NIGERIA DACAR-NUACHOTT MAURITÂNIA-TANGER MARROCOS(CONSTRUINDO 1 PONTE NO ESTREITO DE GIBRALTAR) SEVILHA -MADRI ESPANHA. Do lado SUL AMERICANO A FERROVIA TRANS SUL AMERICANA Ligando SANTIAGO DE CHILE-BUENOS AIRES ARGENTINA-TIGRE-CARMELO-COLONIA-MONTEVIDÉU URUGUAI -PORTO ALEGRE-FLORIANÓPOLIS-CURITIBA-SÃO PAULO-RIO DE JANEIRO-VITORIA-SALVADOR -ARACAJU-MACEIÓ-RECIFE-JOÃO PESSOA/CABEDELO-NATAL. TODO BITOLA LARGA 1,60 METROS 

Numa segunda etapa poderia se estudar :
MACEIÓ AL BRASIL A BISSAU GUINÉ BISSAU
ARACAJU SE BRASIL A CONACRI(GUINÉ) 
SALVADOR BA BRASIL A FREETOWN SERRA LEOA
TOUROS RN BRASIL A SAINT LOUIS SENEGAL.
MACAU RN BRASIL A NUADIBOU MAURITÂNIA
AREIA BRANCA RN BRASIL A EL AAIUN SAARA OCIDENTAL
FORTALEZA CE BRASIL VIILA CISNEROS SAARA OCIDENTAL   
PARNAÍBA PI -AGADIR MARROCOS .
SÃO LUIZ MA BRASIL A MOHAMEDIA MARROCOS
VEZEU PARÁ BRASIL A  CASABLANCA MARROCOS


BELÉM PARÁ BRASIL A RABAT MARROCOS

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

África : Soja - Países produtores (Toneladas) - 2016

África do Sul deve plantar área recorde de soja frente ao crescimento da demanda - Notícias Agrícolas

Empresários brasileiros vão à África plantar soja e algodão

Empresários brasileiros vão à África plantar soja e algodão

Atrativos são o baixo custo de produção e a proximidade com mercados da Europa e da Ásia
Por:  -ESTELITA HASS CARAZZAI e LUIZA BANDEIRA 
Publicado em 17/06/2010 às 05:47h.
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Para atrair investidores, governos oferecem isenção tributária e boas condições de financiamento
SÃO PAULO - Depois da investida de chineses e coreanos, as pouco exploradas terras da África ganharam novos investidores: os brasileiros.
Atraídos pelo baixo custo de produção, pela proximidade com os mercados da Europa, da Ásia e do Oriente Médio e pelo baixo preço da terra, empresários rurais brasileiros estão indo ao continente plantar algodão, soja, milho e outros produtos.
O Brasil já tem forte presença no setor de infraestrutura na África, mas o investimento em plantações é recente e vem se intensificando nos últimos anos.
No final deste mês, o grupo mato-grossense Pinesso irá começar a plantar algodão e soja no Sudão em parceria com uma empresa sudanesa. A expectativa é plantar 100 mil hectares nos próximos quatro anos.
O Sudão também receberá, em julho, uma comitiva de produtores brasileiros de soja, que terão conversas iniciais com o governo local, informa a Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso).
Na mesma época, outra comitiva irá à Etiópia e à Mauritânia, também a convite dos governos locais, para negociar o cultivo de milho.
Empresas brasileiras já estão em pelo menos outros seis países da África, cultivando cana-de-açúcar e arroz.
Outras investem em tecnologia agrícola, como a Irriger, que implanta sistemas de irrigação no Sudão desde 2008. Convidada pelo governo, a companhia desenvolve projetos em fazendas de milho, soja, algodão e cana.
Os governos locais oferecem incentivos como isenção tributária e boas condições de financiamento para atrair investimentos estrangeiros.
FRONTEIRA AGRÍCOLA
A savana africana é tida como "o novo cerrado" para a FAO (braço das Nações Unidas para a agricultura e a alimentação). Segundo a organização, a região pode se tornar um centro mundial de produção de grãos e alimentos, já que apenas 10% de sua área agricultável é utilizada.
"A África tem solos férteis, mas falta tecnologia. E isso os brasileiros têm como poucos", diz Gilson Pinesso, diretor do grupo Pinesso, que foi procurado pelo governo sudanês para plantar algodão no país.
Por causa da fertilidade do solo e da menor ocorrência de pragas, Pinesso estima que irá gastar apenas US$ 850 por hectare -menos da metade dos US$ 1.850 de que precisa no Brasil.
"Eles não são bobos", analisa José Rezende, sócio da PriceWaterHouse Coopers. "Do mesmo jeito que saíram do Sul, onde a terra estava cara, e foram para o Centro-Oeste, agora estão vendo oportunidades na África."
O presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, diz que investir em países africanos pode ser vantajoso pela proximidade com grandes mercados consumidores, como Egito e Arábia Saudita. De acordo com ele, esses países importam, em alimentos, até US$ 70 bilhões por ano.
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