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sexta-feira, 30 de maio de 2014
CARTA A PRESIDENTE MICHELE BACHELET:ACEITAÇÃO DE OUTROS PAISES
CARTA A PRESIDENTE DO CHILE Michele Bachelet: aceitação dos outros Paises
CAMPO GRANDE (MS) BRASIL 30 de maio de 2014
Espero que a minha sugestão é alalisada.
NÃO outros proprietários irão recebê-lo MUITO CUIDADO
MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH
CHILE PROPORÁ ABERTURA DA ALIANÇA DO PACÍFICO A OUTROS APISES DA REGIÃO
Chile proporá abertura da Aliança do Pacífico a outros países da região
Santiago do Chile, 28 mai (EFE).- O
Chile irá propor a abertura da Aliança do Pacífico, integrada também por
Colômbia, México e Peru, a outros países da região, incluindo os da
vertente atlântica, como Brasil, Argentina e Uruguai, indicaram fontes
oficiais.
O ministro das Relações
Exteriores do Chile, Heraldo Muñoz, viajará para a Cidade do México para
participar da 11ª Reunião do Conselho de Ministros da Aliança do
Pacífico, que será realizada na próxima sexta-feira.
Nessa reunião, o chefe da
diplomacia chilena apresentará a seus parceiros diversas iniciativas
"para desenvolver uma agenda de diálogo da Aliança com os demais Estados
da região", anunciou hoje oficialmente a chancelaria.
Previamente, na quinta-feira,
o ministro Muñoz terá encontros com seus colegas da Colômbia, México e
Peru, assim como com os respectivos ministros de Comércio.
Em paralelo, o diretor-geral de Relações Econômicas Internacionais do
Chile, Andrés Rebolledo, participará de uma reunião do grupo de alto
nível da Aliança do Pacífico, para preparar a reunião ministerial.
Antes de partir rumo à capital mexicana, o chanceler chileno manifestou
hoje que a política externa do governo da presidente Michelle Bachelet
"tem alguns princípios fundamentais de continuidade, mas também tem
elementos de mudança".
"Talvez o elemento principal
de mudança seja a intensificação dos laços com a América Latina e
Caribe, particularmente com a América do Sul", destacou.
Muñoz fez esta reflexão durante uma aula magistral perante embaixadores e
o corpo diplomático por ocasião da inauguração do ano acadêmico da
Academia Diplomática Andrés Bello, que é dirigida por Juan Somavía,
ex-diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
"Queremos voltar a ser
protagonistas da política regional, não só por uma questão de tradição,
de histórias comuns, mas porque podemos falar ao mundo da América
Latina", afirmou o ministro das Relações Exteriores.
Segundo Heraldo Muñoz, as diferenças não são um obstáculo para encontrar um olhar comum entre os países da América Latina.
"A
política externa não terá viés ideológico. Terá um viés pragmático;
teremos um compromisso com a região e com nossos vizinhos, respeitando a
diversidade, que não impede a convergência", asseverou.
O ministro falou também sobre
o fortalecimento da participação nos foros nos quais o Chile está
presente, como a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Comunidade
de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
"Por isso mesmo seguiremos
participando ativamente da Aliança do Pacífico, que é uma plataforma
econômica, de integração em diferentes planos e que não é um bloco
excludente ou antagônico de outras instâncias de integração ou de busca
de cooperação", especificou.
O chanceler acrescentou que a política externa chilena não se esgota na região.
"É
uma política de abertura ao mundo e a Ásia-Pacífico ocupa um lugar
muito importante, porque é o horizonte do futuro e o Chile pode ser o
país ponte ou porto para essa região do mundo, mas temos que fazer isso
com outros como países como Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil",
concluiu. EFE
segunda-feira, 26 de maio de 2014
CANAIS AQUEDUCTOS CONECTANDO O GOLFO PÉRSICO-MAR NEGRO-MAR CÁSPIO-MAR ARAL
CANAIS-AQUEDUTOS CONECTANDO O GOLFO PÉRSICO-MAR NEGRO-MAR CÁSPIO-MAR ARAL
SUGESTÃO DE Mario Alberto Benedetto Lynch ,data 26-05-2014
O Mar Cáspio está a 28 metros debaixo do nível do mar enquanto o Mar
Aral
está a 400 metros debaixo do nível do mar ,ambos sofrem processo de
redução de suas aguas ,por outro lado o efeito estufa está elevando o
nível das aguas do mar como consequência dos degelo nos pólos sul e
norte .quarta-feira, 21 de maio de 2014
NIGERIANO TRANSFORMA FUSCA EM CARRO MOVIDO A ENERGIA SOLAR E EÓLICA
Nigeriano transforma fusca em carro movido a energia solar e eólica
12 de Maio de 2014 • Atualizado às 16h27
O
estudante nigeriano Segu Oyeyiola transformou um antigo fusca em um
carro movido a energia solar e eólica. Prestes a se tornar um
engenheiro, o aluno da Universidade de Obagemi Awolowo dedicou boa parte
do seu tempo extra-curricular a este projeto.
Conforme informado pelo próprio inventor ao site Fast Co.Exist, foi necessário o investimento de seis mil dólares para as adaptações feitas no automóvel. Além disso, o jovem ainda contou com sucatas doadas por familiares e amigos.
O fusca verde foi equipado com placas fotovoltaicas, instaladas no teto, e um sistema que conta com uma pequena turbina eólica, posicionada sob o capô. Dessa forma, o veículo consegue produzir a sua própria energia mesmo durante a noite, um fator essencial para garantir sua autonomia independente dos combustíveis fósseis.
Em entrevista ao portal norte-americano, Oyeyiola explica que a iniciativa faz parte de um projeto pessoal que visa reduzir as emissões de gás carbônico lançado na atmosfera. Esta é apenas uma das opções para um problema tão grande.
O carro criado pelo nigeriano recebeu elogios do Dr. John Preston, presidente do departamento de engenharia física da Universidade McMaster. O professor garantiu nunca ter visto um projeto deste tipo e disse que o feito é bastante notável.
Mesmo com todas essas inovações, o fusca de Oyeyiola ainda está longe de ser perfeito. A recarga da bateria leva entre quatro e cinco horas e os materiais usados ainda não são os melhores, mas o estudante garante que está trabalhando nisso e que pretende tornar este o modelo de carro do futuro da Nigéria.
Redação CicloVivo
Conforme informado pelo próprio inventor ao site Fast Co.Exist, foi necessário o investimento de seis mil dólares para as adaptações feitas no automóvel. Além disso, o jovem ainda contou com sucatas doadas por familiares e amigos.
O fusca verde foi equipado com placas fotovoltaicas, instaladas no teto, e um sistema que conta com uma pequena turbina eólica, posicionada sob o capô. Dessa forma, o veículo consegue produzir a sua própria energia mesmo durante a noite, um fator essencial para garantir sua autonomia independente dos combustíveis fósseis.
Em entrevista ao portal norte-americano, Oyeyiola explica que a iniciativa faz parte de um projeto pessoal que visa reduzir as emissões de gás carbônico lançado na atmosfera. Esta é apenas uma das opções para um problema tão grande.
O carro criado pelo nigeriano recebeu elogios do Dr. John Preston, presidente do departamento de engenharia física da Universidade McMaster. O professor garantiu nunca ter visto um projeto deste tipo e disse que o feito é bastante notável.
Mesmo com todas essas inovações, o fusca de Oyeyiola ainda está longe de ser perfeito. A recarga da bateria leva entre quatro e cinco horas e os materiais usados ainda não são os melhores, mas o estudante garante que está trabalhando nisso e que pretende tornar este o modelo de carro do futuro da Nigéria.
Redação CicloVivo
sexta-feira, 16 de maio de 2014
carro que anda sozinho na alemaha á aposta para reduzir acidentes
Carro que anda sozinho na Alemanha é aposta para reduzir acidentes
Conheça o automóvel autônomo, que já está certificado para andar nas ruas da capital Berlim.
André Curvello Berlim, Alemanha
Sobre a ponte, passa o metrô. E a barca navega bem em baixo. Vendo assim, diga se não parece uma cidade de brinquedo? Na parte central de Berlim, guindastes a perder de vista. É a obra de mais uma linha do metrô, já considerado um dos melhores e maiores do mundo.
Investimentos que fazem do transporte público, o preferido dos alemães. É comum encontrar jovens como Stephan, que não tem carro e diz que nem pretende ter.
Se a escolha é pelo transporte individual, o carro também pode ser coletivo. O motorista pega o veículo disponível na rua e, depois de usar, estaciona em algum lugar para que outro motorista possa embarcar. Dá para notar que a especialidade dos alemães é inventar.
Na Universidade Livre de Berlim, pesquisadores desenvolveram o carro autônomo, que dirige sozinho. Tinosch Ganjinesh, um dos responsáveis pelo projeto, explica como tudo funciona. Scanners a laser medem as distâncias, combinados com sensores que medem a velocidade dos outros carros. Câmeras observam a situação em frente, como pedestres e sinais de trânsito.
Todas as informações chegam ao porta-malas, onde são processadas e combinadas num computador central, que envia os comandos de velocidade para o motor. É assim que o carro consegue se mover sozinho.
A gente vai ver se o carro sem motorista funciona na prática. Quando o carro autônomo assume o controle, todos são passageiros. As informações externas chegam em tempo real para o computador. E é assim que o carro enxerga o mundo.
Olhar o motorista sem tocar o volante gera uma certa apreensão, mas também uma sensação muito interessante. É claro que tem uma certa segurança, porque esse carro é certificado para rodar pelas ruas de Berlim.
O carro segue o trajeto em retas e curvas fechadas sem problemas. Se o carro da frente para, ele também, sem intervenções.
Pesquisadores alemães acreditam que, em até 10 anos, modelos como este já estejam disponíveis para rodar nas estradas e, em até 15 anos, nas grandes cidades.
Já que o futuro está tão perto, o trabalho é na próxima tecnologia. Uma delas é dirigir o carro com a força do pensamento. Sensores na cabeça do motorista interpretam os comandos vindos do cérebro e o carro anda.
E já que ele faz tudo sozinho mesmo, o carro pode até pegar o passageiro no local marcado. A ordem é dada em um toque no celular ou tablet. O computador, em outro lugar, recebe o comando e segue para a localização definida pelo GPS. Essa revolução ainda está em fase de testes.
De volta ao presente, o carro autônomo ainda precisa de ajustes para a realidade do trânsito. E, em alguns momentos, o motorista reassume a direção para garantir a segurança.
Mas, de acordo com os pesquisadores, em poucos anos, estará nas ruas e muito mais barato que essa versão da pesquisa. O modelo elétrico já está pronto. Mais simples e econômico.
‘Só temos os sensores que são realmente necessários. É muito mais realista para os carros que vamos dirigir nas cidades do futuro em pouco tempo’, prevê Tinosch.
E, assim, o presente fica cada vez mais com a cara desse futuro.
tópicos:

PROJECTO EDEN A MAIOR ESTUFA TROPICAL EM LONDRES
Éden a maior estufa tropical do mundo
9/17/2012 10:07:00 AM
Francisco Maia
O Projeto Éden (em inglês: Eden Project) é uma atração turística na
Cornualha, Reino Unido, incluindo a maior estufa do mundo. Dentro dos
biomas artificiais estão plantas que são colhidas em todo o mundo. O
projeto está localizado em um antigo poço de caulinita, localizado a 2
km da cidade da cidade de St Blazey e a 5 km de St Austell, na
Cornualha.Localizado em Cornwall, foi projetado pelo arquiteto Nicholas Grimshaw enquanto Tim Smit imaginou e criou os três biomas principais: o Bioma Tropical, o Bioma do Mediterrâneo e o Bioma Local (em área descoberta).
A estrutura acabada é uma realização sem precedentes, uma estufa gigantesca, composta de muitas cúpulas, contendo plantas do mundo todo. O local já se tornou um ponto turístico popular, atraindo milhares de visitantes todos os dias.
O Bioma Tropical, com 100 metros de largura, 200 metros de comprimento e 55 metros de altura, possui plantas frutíferas, café, borracha e bambu gigante. O Bioma do Mediterrâneo, com 65 metros de largura, 135 metros de comprimento e 35 metros de altura, é o lar de plantas européias como azeitonas e uvas. Já o Bioma Local está cheio de plantas que podem ser cultivadas no clima do Reino Unido, como chá, lavanda, lúpulo e girassóis.
O complexo utiliza captação de chuva para manter higienizado o Bioma Tropical e para operar seus banheiros. O Projeto Éden também utiliza eletricidade fornecida por uma das turbinas eólicas de Cornwall além de manter programas diferentes para educar o público sobre a interdependência entre plantas e pessoas e aumentar a consciência ambiental no Reino Unido.
As bolhas gigantes, inspiradas na lua, servem como cúpulas que abrigam uma infinidade de plantas de todo o tipo e são construídas a partir de um quadro tubular de aço e painéis hexagonais feitos de um tipo de plástico conhecido como ETFE (Etileno tetrafluoretileno), reciclável, leve e durável. É também mais barato e mais seguro que o vidro.
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