quinta-feira, 15 de maio de 2014

CHILE CRIA PURIFICADOR DE ÁGUA QUE PODE SER ESPERANÇA PARA AMÉRICA E ÁFRICA

Chile cria purificador de água que pode ser esperança para América e África

Um purificador revolucionário, desenhado no Chile, que transforma a água em plasma e consegue eliminar todos seus vírus e bactérias, beneficiará antes do fim do ano cerca de 10.000 famílias de Haiti, Bolívia, Gana e Chile.
Essa é apenas uma pequena parte dos 768 milhões de pessoas no mundo que não têm acesso à água limpa, segundo dados das Nações Unidas.
O chileno Alfredo Zolezzi, à frente dos laboratórios do Advance Innovation Center (AIC), de Viña del Mar (costa central), é autor de uma experiência científica que, pela primeira vez, torna água contaminada em plasma, o quarto estado da matéria além do líquido, sólido e gasoso.
O plasma é obtido com a ionização dos átomos, que perdem sua cobertura de elétrons e ficam todos desordenados.
Estrelas como o Sol se encontram em estado plasmático, e o plasma também é usado para gerar luz em fluorescentes e em modernos aparelhos de televisão.
Diferentemente dos purificadores atuais, o dispositivo criado por Zolezzi acelera a água, aplicando-lhe uma descarga elétrica, transforma-a em plasma e destrói todos os vírus e bactérias em um processo com o qual se obtém água mais pura do que a que chega às nossas casas.
O dispositivo, um tubo de 30 centímetros de comprimento, é alimentado com eletricidade, mas também poderia sê-lo com baterias dotadas de requisitos específicos.
Além disso, o cientista afirmou que exige muito pouca energia e infraestrutura, condições ideais para ser usado em aldeias remotas e pobres.
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Embora Zolezzi tenha deixado claro em seu laboratório de inovação que não é um filantropo e que quer ganhar dinheiro com sua invenção, sua meta agora é fazer uma aliança com grandes empresas e organizações internacionais que garanta que a tecnologia chegue aos mais necessitados.
"O que nós buscamos é romper o paradigma e demonstrar que a tecnologia e a pobreza conversam, sim. A tecnologia não chega aos pobres, ou chega até eles quando está obsoleta, e o que queremos é, justamente, desenvolver ciência avançada e conectá-la com problemas reais", disse Zolezzi, entusiasmado.
"O desafio está em fazer as grandes companhias verem que é eficaz um modelo de negócios que ponha a inovação primeiro a serviço dos mais necessitados e depois busque aplicações comerciais", afirmou.
Zolezzi não quis vender essa descoberta. Simplificou-a para que seja fácil de usar em qualquer lugar e se assegurou de que essa tecnologia possa mudar a vida dos que têm menos antes de ser comercializada em larga escala.
Ele também concebeu variações do purificador para que possa, no futuro, ser fabricado em impressoras 3D.
O projeto avançou neste último ano: foram selecionados os países onde vai ser produzido em larga escala e onde será testado com ajuda do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da ONG Fundação Avina. Ambos capacitarão a população de cada país e documentarão as dificuldades antes de uma distribuição global, que chegaria em 2015.
"Não é o mesmo tê-lo na África, em um lugar de muito calor e baixa umidade, ou no altiplano boliviano. Tecnicamente, poderiam representar desafios diferentes", explicou Zolezzi.
Depois, medirão o impacto. "Levar água é higiene, higiene é saúde, saúde é desenvolvimento, desenvolvimento é dignidade", destacou.
Antes de preparar o purificador para viajar pelo mundo, Zolezzi testou seu funcionamento com várias famílias do acampamento San José de Cerrillos, um bairro precário de Santiago onde não havia água potável corrente.
"A água saía suja, e tínhamos muitos problemas de saúde, sobretudo, estomacais. Embora tivéssemos água, ficávamos doentes do mesmo jeito", explicou à AFP Rosa Reyes Vargas, ex-líder comunitária do assentamento.
"A água do purificador era cristalina, saía limpinha, tinha um gosto bom. Quando o purificador chegou, não tínhamos medo de fazer suco", contou a mulher, que desde então foi realocada, junto com outras famílias, para um bairro de casas populares de Santiago.

terça-feira, 13 de maio de 2014

DESALINIZAR AGUA DO MAR :O EXEMPLO DE ISRAEL PARA O BRASIL E AMÉRICA DO SUL

DESALINIZAR AGUA DO MAR:O EXEMPLO DE ISRAEL PARA O BRASIL E AMÉRICA DO SUL:
O Nordeste do BRASIL ,sofre há anos com seca,desalinizar agua do mar poderia ser a melhor opção ,seria utilizada para consumo humano , consumo animal ,irrigação; também agua desalinizada poderia ser exportada do NORDESTE/SUDESTE para Minas Gerais ,Goiás,Tocantins, durante  o período de seca a traves de aquedutos .
 São Paulo e Rio de Janeiro tanto a capital como o interior poderiam consumir agua desalinizada da mesma forma ; nos períodos de seca a região Sul do Brasil poderia ser abastecida com agua desalinizada.
 O norte do Chile poderia utilizar agua desalinizada e exportar para Bolívia e Noroeste da Argentina por aquedutos;O Peru poderia fazer o mesmo para irrigar a região costeira e exportar para Bolívia .
 A Argentina poderia desalinizar agua do mar na Patagónia ,utilizar para consumo tanto humano como animal ,como para irrigação tanto na Patagónia como na Pampa Interior(ou Pampa seca) .
 Os níveis do mar e oceanos  estão se elevando ,seria uma forma também de aliviar a elevação das aguas .
MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH





Israel inaugura a maior usina de dessalinização do mundo
07 de Julho de 2010 • Atualizado às 06h00

 
 
 
No último mês, Israel inaugurou a sua terceira usina de dessalinização no norte da cidade de Hadera. A usina foi considerada a maior usina de dessalinização por osmose reversa do mundo. Ela captura água do Mar Mediterrâneo e a torna potável, a expectativa é que a usina produza 127 milhões de metros cúbicos de água por ano – o suficiente para abastecer um sexto da população israelense.
Criada com um investimento de quase meio bilhão de dólares, a usina foi criada pela IDE Technologies, uma companhia israelense que já construiu duas usinas de dessalinização de água no país junto com a Housing and Construction Group, uma construtora pertencente ao grupo Arison.
O governo foi o responsável pelo plano de criar a usina, com o objetivo de atender as demandas de uma população crescente e com o seu estoque de água sempre ameaçado, dependentes quase que exclusivamente das chuvas de inverno.
Através de um contrato de 25 anos, a água custará um pouco mais de 50 centavos por metro cúbico.  Segundo a IDE, a primeira usina de dessalinização, construída na costa de Ashkelon, tem tido um bom desempenho desde 2005. Existe uma terceira usina em Palmahim, ao sul de Tel Aviv. Outras duas usinas estão sendo construídas em Ashhdod e Soreq.
Uma nova era?
“O sucesso do conceito de uma mega usina de dessalinização alcançou uma nova era de água abundante e acessível para o mundo, que vêm enfrentando problemas de falta de água” disse Avshalom Felber, CEO da IDE Technologies, em um comunicado oficial.
Ofer Kotler, CEO da Housing and Construction Group disse: “Como um dos maiores e mais complexos projetos que o nosso grupo já fez, nós estamos particularmente satisfeitos em apresentar esta usina para um país passando por dificuldades com a água”.
A IDE apresentou avanços tecnológicos nos campos da dessalinização térmica e de membrana. O sal é retirado da água marinha, utilizando um processo de osmose reversa, uma das duas maneiras de utilizar membranas para dessalinizar a água. Na osmose reversa a água de uma solução salina altamente pressurizada é canalizada através de uma membrana permeável que a separa dos componentes salgados. A segunda maneira se dá através de um processo chamado eletrodiálise.
A IDE é pertencente a duas mega-indústrias israelenses. A empresa química ICL, e a Delek Group, uma investidora de energia e infraestrutura.
Não é ecológico
Os ambientalista de Israel não vêm a dessalinização como solução de longo prazo para resolver a falta de água em Israel e no Oriente Médio. Um dos grupos protestantes são os  Friends of the Earth Middle East (FOEME), cujo diretor israelense Gidon Bromberg aponta que a dependência intensa dessas usinas de alta intensidade energética, e altamente poluente, não é uma solução viável a longo prazo.
Bromberg e outras pessoas dedicadas à proteção dos recursos hídricos locais sugerem que os países carentes de água, como Israel, Jordânia e outros na região devem identificar os meios mais eficazes de reduzir o consumo de água.
“Este conflito entre a indústria e ambientalistas não é novidade, agora é hora de encontrar um terreno comum e contornar a crise”, diz Shmulik Shai, gerente geral da H2ID, a usina de dessalinização de Hadera. Ele ainda diz que nos últimos cinco anos Israel vem enfrentando uma grave escassez nas suas três principais fontes de água: o mar da Galiléia, seu aquífero da montanha e seus aquíferos costeiros. Ele adverte que o país já está em situação de risco, e que se continuar desse jeito, as conseqüências poderão ficar cada vez mais graves.
Segundo Shai a usina irá fornecer boa parte dos 750 milhões de metros cúbicos de água que os israelenses necessitam para o uso pessoal.
Redação CicloVivo

CHINA DESEJA CONSTRIR FERROVIAS NA ÁFRICA

A porta-voz da chancelaria chinesa, HuaChunying, afirmou nesta terça-feira (13), que a China tem toda a disponibilidade para compartilhar com África do conhecimento tecnologico e experiência na construção de ferrovias.
Recorde-se que durante a visita ao continente africano, o primeiro-ministro chinês Li Keqiang chegou a acordo com os líderes do Quênia, Uganda, Tanzânia, Ruanda, Sudão do Sul e Burundi sobre a cooperação na área de construção de ferrovias, com a finalidade de construir uma linha interligada entre os países do continente.
A porta-voz apontou que a China irá reforçar as coordenações com os países relacionados e com a União Africana, avançando com os projetos de construção de redes de autoestradas, ferrovias e aviação.
HuaChunying relembrou que a presidente da UA, Nkosazana Dlamini-Zuma, apontou que África abriga o sonho do século, que consiste em ligar todas as capitais dos países africanos com uma única rede ferroviária. Neste contexto, a China tem dado prioridade à construção de infraestruturas, na cooperação com África.
Tradução: Isabel Shi
Revisão: João Pimenta

segunda-feira, 12 de maio de 2014

desalinizar agua do mar em estado de são paulo

CAMPO GRANDE(MS)BRASIL, 12-05-2014

EXMO SR GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO
DR GERALDO ALKIMIN
EXMO SR VICE GOVERNADOR
DR GUILHERME AFFIF DOMINGOS
Venho a traves desta carta a me dirigir a VOSSA EXCELÊNCIA
ASSUNTO :DESALINIZAR AGUA DO MAR
O ESTADO DE SÃO PAULO enfrenta problemas de racionamento de agua ; por outro lado com o derretimento dos gelos polares está se elevando o nível dos oceanos e mares ; países como ISRAEL desalinizam agua do mar para consumo humano, consumo animal e irrigação ,inclusive HAIFA ,TEL AVIV, ASKOLON são abastecidas com agua do mar desalinizada .
 Não sería uma utopia e sim uma realidade desalinizar agua do mar para consumo humano ,consumo animal e irrigação no ESTADO DE SÃO PAULO ate inclusive poderia ser exportada para outros estados como GOIAS  e MINAS GERAIS .
 Peço que minha proposta seja analisada e veja os exemplos de ISRAEL ,JORDÂNIA, ARÁBIA SAUDITA ,KUWAIT ,QATAR ,BAIREIN  e EMIRADOS ÁRABES UNIDOS que tem programas pilotos

 MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH
(67)3365-8067

Túneis usados na 2ª Guerra Mundial viram hortas subterrâneas em Londres

Túneis usados na 2ª Guerra Mundial viram hortas subterrâneas em Londres

Horta funciona mais ou menos como as estufas. Lâmpadas especiais reproduzem a luz do sol e água é misturada a nutrientes.

O Jornal Nacional mostra que o subsolo de Londres tem mais atrativos,  além do sistema de metrô considerado um dos mais eficientes do mundo.
De fora, apenas uma estação de metrô. Mas embaixo dos trilhos, se esconde um pedaço da história de Londres.

Na Segunda Guerra Mundial, quando os aviões nazistas jogavam bombas sobre a cidade, os moradores corriam para túneis construídos especialmente para protegê-los.

Com o fim da guerra, há 69 anos, os túneis foram abandonados, mas agora podem ter uma nova missão. Para conhecê-la, uma descida de 179 degraus, a uma profundidade de 34 metros, um pouco menos do que a altura do Cristo Redentor. E lá estão os túneis, que, graças à tecnologia, estão se transformando em hortas subterrâneas.

Não importa o clima que está fazendo lá em cima, a estação do ano, se chove ou não. Lá embaixo, é uma constante primavera. Temperatura em torno de 20°C, e tem até uma leve brisa, produzida por um ventilador, que ajuda as plantas a crescerem fortes, saudáveis e saborosas.

A horta funciona mais ou menos como as estufas. Lâmpadas especiais reproduzem a luz do sol. A água é misturada a nutrientes. Tudo automatizado. E ali, no fundo da terra, os vegetais não têm contato com nenhum inseto ou erva-daninha, ou seja, não precisam de agrotóxicos.

Richard Ballard, um dos idealizadores do projeto, diz que há mais uma vantagem: "as verduras são plantadas perto dos consumidores, o que diminui o custo de transporte e elas chegam mais frescas à mesa."
Por enquanto, a horta ocupa apenas um túnel e produz microverduras que são usadas por um consagrado chefe de cozinha da cidade. Michel Roux disse que o sabor é inacreditável.

O projeto mostra que não é só sobre uma boa terra que tudo cresce. Com tecnologia e criatividade, embaixo dela também.
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quarta-feira, 7 de maio de 2014

A PUPUNHA UMA PALMEIRA AMAZÓNICA

A PUPUNHA UMA PALMEIRA AMAZÓNICA:
Pupunheira

Palmeira nativa dos trópicos úmidos americanos, a pupunheira (Bactris gasipae) produz cachos grandes de frutos comestíveis, utilizados de variadas maneiras. Considerado alimento básico em algumas regiões, o fruto tem sabor agradável e alto valor nutritivo. É consumido cozido e presta-se à extração de óleo ou à produção de farinha, usada na alimentação humana e animal.
Os frutos da pupunheira constituem um alimento essencialmente energético, mas contêm quantidades pequenas de proteína, óleo, caroteno (pró-vitamina A), vitaminas B, C e ferro. Os frutos e seus derivados, quando crus, contêm uma enzima, que inibe a digestão de proteínas, e um ácido, que provoca irritação na mucosa da boca.
Clima e solo
A pupunheira vem sendo explorada com sucesso, pois adapta-se com facilidade às mais diversas condições climáticas. As condições ambientais ideais  encontram-se nos climas quentes e úmidos, com temperatura média acima de 22° C e abundância de chuvas (acima de 2.000 mm anuais), bem distribuídas ao longo do ano. Para desenvolver-se bem, a planta exige solos bem drenados, de fertilidade de média a alta, pH próximo ao neutro (7,0) e com textura média ou leve. Apesar de a pupunheira necessitar de muita água, não tolera solos encharcados, que limita o seu cultivo. Nos solos ácidos e de baixa fertilidade, desde que devidamente corrigidos e adubados, a pupunheira apresenta bom crescimento.
Variedades
De forma geral, as variedades ou tipos de pupunheira são agrupadas segundo a coloração da casca dos frutos (do vermelho intenso ao alaranjado e do amarelo ao rajado e do verde-amarelo), o teor de óleo na polpa e a existência ou não de sementes nos frutos. Recentemente, as pupunheiras foram classificadas, também, em raças com base na espessura da polpa, isto é microcarpa, mesocarpa e macrocarpa.
O peso do fruto vaia de 20g a 100g ou mais, de acordo com a consistência seca, feculenta ou muito oleosa da polpa.
A escolha da variedade a plantar depende da finalidade da exploração.

Germinação

As sementes não suportam secagem e são sensíveis a baixas temperaturas. Quando o teor de umidade cai para níveis próximos a 35%, começam a perder a capacidade de germinação. Se a umidade chega a 15%, perdem completamente seu poder germinativo. Temperaturas abaixo de 15° C são prejudiciais à preservação da capacidade de germinação. As sementes se tornam totalmente inviáveis quando submetidas, mesmo por curtos períodos, à temperatura de 10° C.

Semeadura

Faz-se a semeadura em sulcos distanciados 5 m ente si, à profundidade de 2cm, dispondo-se as sementes na posição horizontal, numa densidade de 40 por metro linear, o que possibilita a semeadura de 800 sementes em cada metro quadrado de sementeira.
A operação de transplantio da sementeira para sacos de plásticos, denominada repicagem, é efetuada quando as mudinhas apresentarem 10 cm de altura (de 20 a 25 dias após a germinação). Efetua-se a repicagem com  máximo de cuidado, evitando destacar a mudinha da semente que lhe deu origem, pois esta ainda representa importante fonte de alimentação para a planta recém-germinada.
Os sacos devem conter a mesma mistura indicada para o sistema de semeadura direta, adicionando-se, porém, 4,5 g de superfosfato triplo, 1 kg de cloreto de potássio, 10 g de bórax, 20 g de sulfato de zinco e 1 kg de carbonato de cálcio para cada metro cúbico de terriço com esterco. A primeira adubação com uréia deve ser feita dez a quinze dias após a repicagem, valendo-se dos mesmos procedimentos descritos anteriormente.
As mudas serão levadas ao campo, para o plantio no local definitivo, quando apresentarem de 30 a 40 cm de altura.

Preparo da área

As áreas destinadas ao cultivo de pupunheiras para a produção de palmito devem ser aradas e gradeadas, visando facilitar o plantio das mudas, já que o espaçamento entre as covas é pequeno.
Assim, recomenda-se, preferencialmente, o uso de áreas com vegetação de pequeno porte, para que essas operações sejam simplificadas.
Nos plantios destinados à produção de frutos, as operações e gradagem podem ser dispensadas, exigindo-se somente uma roçagem da vegetação existente na área.

Espaçamento

O espaçamento usado na cultura depende do tipo de exploração. No caso de cultivo destinado à produção de frutos, recomenda-se o espaçamento de 6 x 6 m, em triângulos, o que permite uma população de 320 plantas por hectare. Nos plantios destinados à produção de palmito, o espaçamento deve ser de 2 x 1 m, obtendo-se uma população de 5.000 plantas por hectare.

Plantio

O plantio deve ser realizado no início da época das chuvas, para que a planta aproveite todo o período chuvoso e apresente bom desenvolvimento inicial, adquirindo resistência para enfrentar possíveis estiagens. As covas deverão medir 40 x 40 x 40 cm.
Tratos culturais
Coroamento é feito por meio de capina ou roçagem  em torno das plantas, eliminando-se as plantas daninhas. Opcionalmente, essa operação pode ser feita com o uso de herbicidas.
Desbaste – É prática fundamental nos plantios em que se deseja a produção de frutos. Consiste em eliminar os perfilhos excedentes, iniciando-se dois anos após o plantio, para que, em cada touceira, permaneçam de três a quatro plantas adultas. O desbaste, desde que bem executado, é feito somente uma vez por ano.
Roçagem – A área restante, representada pela faixa das estrelinhas, pode ser roçada manualmente ou com máquina, rebaixando-se as plantas daninhas, sem necessidade de revolver o solo.
Adubação – Nos plantios destinados à produção de frutos, recomenda-se aplicação por planta em cobertura, durante os dois primeiros anos de 100 g de sulfato de amônio, 100 g de superfosfato triplo e de 100 g de cloreto de potássio, aplicados em duas parcelas.  A partir do terceiro ano, aumentam-se as dosagens para 150 g de superfosfato de amônio, 200  g de superfosfato triplo e 200 g de cloreto de potássio.
Para a produção de palmito adubam-se as plantas, no primeiro ano com 100 g de sulfato de amônio, 50 g de superfosfato triplo e 20 g de cloreto de potássio. A partir do segundo ano duplicam-se essas doses.
Pragas e doenças
Na Amazônia, a principal praga é a abelha-de-cachorro, também conhecida como arapuá (Melipona ruficrus), que durante a floração destrói as flores e os botões florais, reduzindo a produção. A medida de controle recomendada consiste na eliminação dos ninhos, geralmente encontrados na capoeira e na mata das proximidades.
A pupunheira também é atacada por lagartas esverdeadas, que têm o hábito de enrolar os folíolos para se alimentar e se proteger de seus inimigos naturais. Para controla-las, usam-se inseticidas fosforados, na concentração de 1g do produto comercial para 1 litro de água.
Como principais doenças incluem-se a antracnóse (manhas nas folhas), causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides, e a podridão-negra-dos frutos ocasionada inicialmente pelo fungo thielaviopsis paradoxa, em sua forma imperfeita, e pelo Ceratocytis paradoxa, na forma perfeita.
O controle deve ser feito a partir da formação de mudas no viveiro e no início da floração, continuando no decorrer da frutificação, principalmente na época da umidade excessiva, com pulverizações com produtos à base de cobre.
Colheita
As plantas iniciam a produção no terceiro ano depois do plantio tendendo a frutificação a estabilizar-se a partir do sexto ano, atingindo uma produtividade em torno de 20t/ha/ano.
Quando os frutos alcançam o ponto de maturação, faz-se a colheita para tanto se usa varas com podão preso na extremidade.
 
José Monteiro
Engenheiro Agrônomo, MS

Extraído do Jornal CEPLAC Notícias - agosto 2000

 

O PEQUI ,FRUTA DO CERRADO BRASILEIRO

O fruto de Pequi é do cerrado brasileiro, tradicionalmente, rurais brasileiros que plantam pequizeiros volta a sua aldeia. Se você nunca ouviu falar do Pequi antes, terá noticias do fruto em breve.
O  fruto do pequi é parecido com um abacate pequeno, e vem chama a atenção dos médicos e nutricionistas como, um super alimento quem contém algumas propriedades interessantes, com diversos benefícios para saúde.
Quase todas as partes do pequizeiro podem ser usadas para alimentos, assistência médica ou para fins de construção. Pequi, portanto, tem um papel muito importante na cultura indígena do Brasil.
Como a semente leva um longo tempo para germinar, a colheita tem de ser feito de forma sustentável, com árvores de substituição cuidadosamente plantadas para manter o fornecimento indo.
Pequi tem sido usado por brasileiros como um grampo durante anos na preparação de alimentos e às bebidas de sabor, ou simplesmente comido cru como um lanche. O óleo de Pequi, o qual é extraído do fruto, também é utilizada como um óleo de cozinha.
Então porque as pessoas tem interesse sobre o fruto do pequi. Bem, não é necessariamente o gosto, o fruto de pequi em si tem um sabor forte que tende a dividir a opinião, geralmente não é favorecido por paladares ocidentais.
Pesquisas realizadas sugerem o consumo de óleo de pequi para uma visa mais saudável. Aqui está um guia rápido de por que os profissionais de saúde estão ficando interessados no fruto do pequi.
pequi-beneficios

Veja 6 Benefícios do Fruto de Pequi para Saúde!

  • Pequi é conhecido por conter vários antioxidantes e o óleo de pequi tem sido associado com propriedades anti-inflamatórias.
  • óleo de pequi está cheio de ácidos gordos mono-insaturados, a gordura saudável para o coração mesmo que é encontrado em nozes e azeite de oliva. Os pesquisadores pensam que estas gorduras monoinsaturadas têm um papel importante a desempenhar na redução do colesterol e redução da pressão arterial.
  • Bem como os benefícios para a saúde potenciais acima, pequi parece ser uma forma natural e eficaz para tratar a pele seca e eczema, que é por isso que está começando a ser incluído na pele e cabelo produtos como hidratante.
  • As propriedades anti-inflamatórias do fruto do pequi, também podem ajudar a reduzir a inflamação da pele naturalmente.
  • Óleo de pequi ainda não é amplamente disponível nas prateleiras das lojas, mas é provável que você ouvir mais sobre isto como um suplemento e um ingrediente em produtos de beleza.
  • Um estudo recente envolvendo atletas ilustra os resultados promissores que são provenientes desta fruta maravilha potenciais. Um número de atletas masculinos e femininos com idades variando de 15 a 67, receberam suplemento de óleo de pequi diariamente por duas semanas. Os pesquisadores descobriram que, o uso do suplemento de óleo de pequi, teve um efeito anti-inflamatório nos atletas e que tanto a sua pressão arterial, colesterol total e (o mau) colesterol de lipoproteína de baixa densidade foram reduzidos. A teoria é que os pesquisadores os antioxidantes no fruto são responsáveis ​​pelos efeitos anti-inflamatórios, e que os seus ácidos gordos monoinsaturados pode explicar os efeitos positivos sobre os níveis de colesterol.