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sexta-feira, 30 de maio de 2014
CARTA A PRESIDENTE MICHELE BACHELET:ACEITAÇÃO DE OUTROS PAISES
CARTA A PRESIDENTE DO CHILE Michele Bachelet: aceitação dos outros Paises
CAMPO GRANDE (MS) BRASIL 30 de maio de 2014
Espero que a minha sugestão é alalisada.
NÃO outros proprietários irão recebê-lo MUITO CUIDADO
MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH
CHILE PROPORÁ ABERTURA DA ALIANÇA DO PACÍFICO A OUTROS APISES DA REGIÃO
Chile proporá abertura da Aliança do Pacífico a outros países da região
Santiago do Chile, 28 mai (EFE).- O
Chile irá propor a abertura da Aliança do Pacífico, integrada também por
Colômbia, México e Peru, a outros países da região, incluindo os da
vertente atlântica, como Brasil, Argentina e Uruguai, indicaram fontes
oficiais.
O ministro das Relações
Exteriores do Chile, Heraldo Muñoz, viajará para a Cidade do México para
participar da 11ª Reunião do Conselho de Ministros da Aliança do
Pacífico, que será realizada na próxima sexta-feira.
Nessa reunião, o chefe da
diplomacia chilena apresentará a seus parceiros diversas iniciativas
"para desenvolver uma agenda de diálogo da Aliança com os demais Estados
da região", anunciou hoje oficialmente a chancelaria.
Previamente, na quinta-feira,
o ministro Muñoz terá encontros com seus colegas da Colômbia, México e
Peru, assim como com os respectivos ministros de Comércio.
Em paralelo, o diretor-geral de Relações Econômicas Internacionais do
Chile, Andrés Rebolledo, participará de uma reunião do grupo de alto
nível da Aliança do Pacífico, para preparar a reunião ministerial.
Antes de partir rumo à capital mexicana, o chanceler chileno manifestou
hoje que a política externa do governo da presidente Michelle Bachelet
"tem alguns princípios fundamentais de continuidade, mas também tem
elementos de mudança".
"Talvez o elemento principal
de mudança seja a intensificação dos laços com a América Latina e
Caribe, particularmente com a América do Sul", destacou.
Muñoz fez esta reflexão durante uma aula magistral perante embaixadores e
o corpo diplomático por ocasião da inauguração do ano acadêmico da
Academia Diplomática Andrés Bello, que é dirigida por Juan Somavía,
ex-diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
"Queremos voltar a ser
protagonistas da política regional, não só por uma questão de tradição,
de histórias comuns, mas porque podemos falar ao mundo da América
Latina", afirmou o ministro das Relações Exteriores.
Segundo Heraldo Muñoz, as diferenças não são um obstáculo para encontrar um olhar comum entre os países da América Latina.
"A
política externa não terá viés ideológico. Terá um viés pragmático;
teremos um compromisso com a região e com nossos vizinhos, respeitando a
diversidade, que não impede a convergência", asseverou.
O ministro falou também sobre
o fortalecimento da participação nos foros nos quais o Chile está
presente, como a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Comunidade
de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
"Por isso mesmo seguiremos
participando ativamente da Aliança do Pacífico, que é uma plataforma
econômica, de integração em diferentes planos e que não é um bloco
excludente ou antagônico de outras instâncias de integração ou de busca
de cooperação", especificou.
O chanceler acrescentou que a política externa chilena não se esgota na região.
"É
uma política de abertura ao mundo e a Ásia-Pacífico ocupa um lugar
muito importante, porque é o horizonte do futuro e o Chile pode ser o
país ponte ou porto para essa região do mundo, mas temos que fazer isso
com outros como países como Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil",
concluiu. EFE
segunda-feira, 26 de maio de 2014
CANAIS AQUEDUCTOS CONECTANDO O GOLFO PÉRSICO-MAR NEGRO-MAR CÁSPIO-MAR ARAL
CANAIS-AQUEDUTOS CONECTANDO O GOLFO PÉRSICO-MAR NEGRO-MAR CÁSPIO-MAR ARAL
SUGESTÃO DE Mario Alberto Benedetto Lynch ,data 26-05-2014
O Mar Cáspio está a 28 metros debaixo do nível do mar enquanto o Mar
Aral
está a 400 metros debaixo do nível do mar ,ambos sofrem processo de
redução de suas aguas ,por outro lado o efeito estufa está elevando o
nível das aguas do mar como consequência dos degelo nos pólos sul e
norte .quarta-feira, 21 de maio de 2014
NIGERIANO TRANSFORMA FUSCA EM CARRO MOVIDO A ENERGIA SOLAR E EÓLICA
Nigeriano transforma fusca em carro movido a energia solar e eólica
12 de Maio de 2014 • Atualizado às 16h27
O
estudante nigeriano Segu Oyeyiola transformou um antigo fusca em um
carro movido a energia solar e eólica. Prestes a se tornar um
engenheiro, o aluno da Universidade de Obagemi Awolowo dedicou boa parte
do seu tempo extra-curricular a este projeto.
Conforme informado pelo próprio inventor ao site Fast Co.Exist, foi necessário o investimento de seis mil dólares para as adaptações feitas no automóvel. Além disso, o jovem ainda contou com sucatas doadas por familiares e amigos.
O fusca verde foi equipado com placas fotovoltaicas, instaladas no teto, e um sistema que conta com uma pequena turbina eólica, posicionada sob o capô. Dessa forma, o veículo consegue produzir a sua própria energia mesmo durante a noite, um fator essencial para garantir sua autonomia independente dos combustíveis fósseis.
Em entrevista ao portal norte-americano, Oyeyiola explica que a iniciativa faz parte de um projeto pessoal que visa reduzir as emissões de gás carbônico lançado na atmosfera. Esta é apenas uma das opções para um problema tão grande.
Foto: Divulgação
O carro criado pelo nigeriano recebeu elogios do Dr. John Preston,
presidente do departamento de engenharia física da Universidade
McMaster. O professor garantiu nunca ter visto um projeto deste tipo e
disse que o feito é bastante notável.
Mesmo com todas essas inovações, o fusca de Oyeyiola ainda está longe de ser perfeito. A recarga da bateria leva entre quatro e cinco horas e os materiais usados ainda não são os melhores, mas o estudante garante que está trabalhando nisso e que pretende tornar este o modelo de carro do futuro da Nigéria.
Redação CicloVivo
Conforme informado pelo próprio inventor ao site Fast Co.Exist, foi necessário o investimento de seis mil dólares para as adaptações feitas no automóvel. Além disso, o jovem ainda contou com sucatas doadas por familiares e amigos.
O fusca verde foi equipado com placas fotovoltaicas, instaladas no teto, e um sistema que conta com uma pequena turbina eólica, posicionada sob o capô. Dessa forma, o veículo consegue produzir a sua própria energia mesmo durante a noite, um fator essencial para garantir sua autonomia independente dos combustíveis fósseis.
Em entrevista ao portal norte-americano, Oyeyiola explica que a iniciativa faz parte de um projeto pessoal que visa reduzir as emissões de gás carbônico lançado na atmosfera. Esta é apenas uma das opções para um problema tão grande.
Foto: Divulgação
Mesmo com todas essas inovações, o fusca de Oyeyiola ainda está longe de ser perfeito. A recarga da bateria leva entre quatro e cinco horas e os materiais usados ainda não são os melhores, mas o estudante garante que está trabalhando nisso e que pretende tornar este o modelo de carro do futuro da Nigéria.
Redação CicloVivo
sexta-feira, 16 de maio de 2014
carro que anda sozinho na alemaha á aposta para reduzir acidentes
Carro que anda sozinho na Alemanha é aposta para reduzir acidentes
Conheça o automóvel autônomo, que já está certificado para andar nas ruas da capital Berlim.
André Curvello Berlim, Alemanha
Sobre a ponte, passa o metrô. E a barca navega bem em baixo. Vendo assim, diga se não parece uma cidade de brinquedo? Na parte central de Berlim, guindastes a perder de vista. É a obra de mais uma linha do metrô, já considerado um dos melhores e maiores do mundo.
Investimentos que fazem do transporte público, o preferido dos alemães. É comum encontrar jovens como Stephan, que não tem carro e diz que nem pretende ter.
Se a escolha é pelo transporte individual, o carro também pode ser coletivo. O motorista pega o veículo disponível na rua e, depois de usar, estaciona em algum lugar para que outro motorista possa embarcar. Dá para notar que a especialidade dos alemães é inventar.
Na Universidade Livre de Berlim, pesquisadores desenvolveram o carro autônomo, que dirige sozinho. Tinosch Ganjinesh, um dos responsáveis pelo projeto, explica como tudo funciona. Scanners a laser medem as distâncias, combinados com sensores que medem a velocidade dos outros carros. Câmeras observam a situação em frente, como pedestres e sinais de trânsito.
Todas as informações chegam ao porta-malas, onde são processadas e combinadas num computador central, que envia os comandos de velocidade para o motor. É assim que o carro consegue se mover sozinho.
A gente vai ver se o carro sem motorista funciona na prática. Quando o carro autônomo assume o controle, todos são passageiros. As informações externas chegam em tempo real para o computador. E é assim que o carro enxerga o mundo.
Olhar o motorista sem tocar o volante gera uma certa apreensão, mas também uma sensação muito interessante. É claro que tem uma certa segurança, porque esse carro é certificado para rodar pelas ruas de Berlim.
O carro segue o trajeto em retas e curvas fechadas sem problemas. Se o carro da frente para, ele também, sem intervenções.
Pesquisadores alemães acreditam que, em até 10 anos, modelos como este já estejam disponíveis para rodar nas estradas e, em até 15 anos, nas grandes cidades.
Já que o futuro está tão perto, o trabalho é na próxima tecnologia. Uma delas é dirigir o carro com a força do pensamento. Sensores na cabeça do motorista interpretam os comandos vindos do cérebro e o carro anda.
E já que ele faz tudo sozinho mesmo, o carro pode até pegar o passageiro no local marcado. A ordem é dada em um toque no celular ou tablet. O computador, em outro lugar, recebe o comando e segue para a localização definida pelo GPS. Essa revolução ainda está em fase de testes.
De volta ao presente, o carro autônomo ainda precisa de ajustes para a realidade do trânsito. E, em alguns momentos, o motorista reassume a direção para garantir a segurança.
Mas, de acordo com os pesquisadores, em poucos anos, estará nas ruas e muito mais barato que essa versão da pesquisa. O modelo elétrico já está pronto. Mais simples e econômico.
‘Só temos os sensores que são realmente necessários. É muito mais realista para os carros que vamos dirigir nas cidades do futuro em pouco tempo’, prevê Tinosch.
E, assim, o presente fica cada vez mais com a cara desse futuro.
tópicos:
PROJECTO EDEN A MAIOR ESTUFA TROPICAL EM LONDRES
Éden a maior estufa tropical do mundo
9/17/2012 10:07:00 AM
Francisco Maia
O Projeto Éden (em inglês: Eden Project) é uma atração turística na
Cornualha, Reino Unido, incluindo a maior estufa do mundo. Dentro dos
biomas artificiais estão plantas que são colhidas em todo o mundo. O
projeto está localizado em um antigo poço de caulinita, localizado a 2
km da cidade da cidade de St Blazey e a 5 km de St Austell, na
Cornualha.Localizado em Cornwall, foi projetado pelo arquiteto Nicholas Grimshaw enquanto Tim Smit imaginou e criou os três biomas principais: o Bioma Tropical, o Bioma do Mediterrâneo e o Bioma Local (em área descoberta).
A estrutura acabada é uma realização sem precedentes, uma estufa gigantesca, composta de muitas cúpulas, contendo plantas do mundo todo. O local já se tornou um ponto turístico popular, atraindo milhares de visitantes todos os dias.
O Bioma Tropical, com 100 metros de largura, 200 metros de comprimento e 55 metros de altura, possui plantas frutíferas, café, borracha e bambu gigante. O Bioma do Mediterrâneo, com 65 metros de largura, 135 metros de comprimento e 35 metros de altura, é o lar de plantas européias como azeitonas e uvas. Já o Bioma Local está cheio de plantas que podem ser cultivadas no clima do Reino Unido, como chá, lavanda, lúpulo e girassóis.
O complexo utiliza captação de chuva para manter higienizado o Bioma Tropical e para operar seus banheiros. O Projeto Éden também utiliza eletricidade fornecida por uma das turbinas eólicas de Cornwall além de manter programas diferentes para educar o público sobre a interdependência entre plantas e pessoas e aumentar a consciência ambiental no Reino Unido.
As bolhas gigantes, inspiradas na lua, servem como cúpulas que abrigam uma infinidade de plantas de todo o tipo e são construídas a partir de um quadro tubular de aço e painéis hexagonais feitos de um tipo de plástico conhecido como ETFE (Etileno tetrafluoretileno), reciclável, leve e durável. É também mais barato e mais seguro que o vidro.
GOOGLE PRUEBA COCHES SIN CONDUCTOR EN CALIFORNIA
Google prueba coches sin conductor en California
14 de mayo 2014 • Actualizado a las 11h13
Multinacional Google está invirtiendo en nueva tecnología automotriz
que puede cambiar la vida de muchas personas. Este es un coche que no
necesita ser guiado por un conductor. La compañía busca desarrollar un
modelo eficiente y seguro.
En 2012, la empresa ya había publicado un video en el que puso a prueba un modelo de coche autónomo, marque a continuación. Evaluaciones de tecnología siempre se produjeron en las carreteras - donde las situaciones impredecibles son más difíciles de ocurrir.
Ahora Google dice que perfeccionó el software a cientos de objetos se puede detectar de forma simultánea. Por lo tanto, las pruebas se pueden extender a las regiones en las que el coche probablemente será diseñado: las grandes ciudades.
Los primeros ensayos en las zonas más urbanas se producen en las calles de San Francisco, California, Estados Unidos. En el blog de la compañía, el director del proyecto de los coches sin conductor, Chris Urmson, dijo que con el desarrollo de la tecnología ha sido posible incluir "peatones, autobuses, un 'stop' de la señal en manos de un guardia o un ciclista haciendo gestos que indican una puede dar vuelta "simular posibles situaciones.
El coche Google tiene cámaras de video, radar, rayos láser y una base de datos con la información recogida de los vehículos conducidos manualmente para ayudar en la navegación.
Algunos fabricantes de automóviles ya están comprometidos con el desarrollo de esta tecnología, un ejemplo es el fabricante Nissan que a finales del año pasado, llevó a cabo una prueba del coche eléctrico sin conductor en Japón, aprender más aquí .
A continuación se muestra el último vídeo de cómo funciona la tecnología de Google:
"Como resultado, lo que parece caótico y aleatorio en una calle de la ciudad para los seres humanos es bastante predecible a un ordenador. Creado sobre la base de los modelos que puede esperar del software en función de las diversas situaciones - probables e improbables. Todavía tenemos muchos problemas que resolver antes de enfrentarse a otra ciudad, pero varias situaciones que nos han dejado atrás desconcertado desde hace dos años se puede navegar de forma autónoma ", concluye Urmson.
CicloVivo Escritura
En 2012, la empresa ya había publicado un video en el que puso a prueba un modelo de coche autónomo, marque a continuación. Evaluaciones de tecnología siempre se produjeron en las carreteras - donde las situaciones impredecibles son más difíciles de ocurrir.
Ahora Google dice que perfeccionó el software a cientos de objetos se puede detectar de forma simultánea. Por lo tanto, las pruebas se pueden extender a las regiones en las que el coche probablemente será diseñado: las grandes ciudades.
Los primeros ensayos en las zonas más urbanas se producen en las calles de San Francisco, California, Estados Unidos. En el blog de la compañía, el director del proyecto de los coches sin conductor, Chris Urmson, dijo que con el desarrollo de la tecnología ha sido posible incluir "peatones, autobuses, un 'stop' de la señal en manos de un guardia o un ciclista haciendo gestos que indican una puede dar vuelta "simular posibles situaciones.
El coche Google tiene cámaras de video, radar, rayos láser y una base de datos con la información recogida de los vehículos conducidos manualmente para ayudar en la navegación.
Algunos fabricantes de automóviles ya están comprometidos con el desarrollo de esta tecnología, un ejemplo es el fabricante Nissan que a finales del año pasado, llevó a cabo una prueba del coche eléctrico sin conductor en Japón, aprender más aquí .
A continuación se muestra el último vídeo de cómo funciona la tecnología de Google:
"Como resultado, lo que parece caótico y aleatorio en una calle de la ciudad para los seres humanos es bastante predecible a un ordenador. Creado sobre la base de los modelos que puede esperar del software en función de las diversas situaciones - probables e improbables. Todavía tenemos muchos problemas que resolver antes de enfrentarse a otra ciudad, pero varias situaciones que nos han dejado atrás desconcertado desde hace dos años se puede navegar de forma autónoma ", concluye Urmson.
CicloVivo Escritura
EMPRESA BELGA FABRICA GARRAFAS PLÁSTICAS COM LIXO DO MAR
Empresa belga fabrica garrafas plásticas com lixo do mar
14 de Maio de 2014 • Atualizado às 09h29
A Ecover,
empresa especializada na fabricação de produtos de limpeza, encontrou
uma maneira de reaproveitar resíduos retirados do oceano. A marca
recolhe o plástico do mar e reaproveita este material para fabricar
novas embalagens.
A iniciativa é fruto de uma parceria com outra empresa, a Logoplaste, responsável pela tecnologia. As novas garrafas são feitas com uma mescla entre o plástico retirado do mar e plástico feito de cana de açúcar. Inicialmente as embalagens serão feitas com 10% de material reaproveitado, mas as empresas pretendem aumentar esse percentual para torná-la mais sustentável.
A necessidade dessa mistura de matéria-prima ocorre devido à diversidade na qualidade dos plásticos retirados do oceano. Portanto, a marca utiliza o plástico de origem vegetal para garantir a qualidade e resistência necessária para o armazenamento de produtos de limpeza.
A Ecover pretende lançar a nova embalagem no Reino Unido ainda neste mês.
Foto: Divulgação
O problema do plástico no oceano
De acordo com a Sociedade de Conservação Marinha, os peixes ingerem o equivalente a 24 mil toneladas de plástico ao ano. “A escala do problema é enorme. A cada ano, pelo menos um milhão de aves marinhas e cem mil tubarões, tartarugas, golfinhos e baleias morrem por comer plástico”, explica Philip Malmberg, presidente-executivo da Ecover, em declaração ao jornal britânico The Guardian.
A coleta do plástico é feita por barcos especializados, capazes de retirar até oito toneladas de resíduos, e também por pescadores que recolhem o plástico misturado em suas capturas e depositam os resíduos em pontos específicos de coleta.
Redação CicloVivo
A iniciativa é fruto de uma parceria com outra empresa, a Logoplaste, responsável pela tecnologia. As novas garrafas são feitas com uma mescla entre o plástico retirado do mar e plástico feito de cana de açúcar. Inicialmente as embalagens serão feitas com 10% de material reaproveitado, mas as empresas pretendem aumentar esse percentual para torná-la mais sustentável.
A necessidade dessa mistura de matéria-prima ocorre devido à diversidade na qualidade dos plásticos retirados do oceano. Portanto, a marca utiliza o plástico de origem vegetal para garantir a qualidade e resistência necessária para o armazenamento de produtos de limpeza.
A Ecover pretende lançar a nova embalagem no Reino Unido ainda neste mês.
Foto: Divulgação
De acordo com a Sociedade de Conservação Marinha, os peixes ingerem o equivalente a 24 mil toneladas de plástico ao ano. “A escala do problema é enorme. A cada ano, pelo menos um milhão de aves marinhas e cem mil tubarões, tartarugas, golfinhos e baleias morrem por comer plástico”, explica Philip Malmberg, presidente-executivo da Ecover, em declaração ao jornal britânico The Guardian.
A coleta do plástico é feita por barcos especializados, capazes de retirar até oito toneladas de resíduos, e também por pescadores que recolhem o plástico misturado em suas capturas e depositam os resíduos em pontos específicos de coleta.
Redação CicloVivo
GOOGLE TESTA CARRO SEM MOTORISTA NA CALIFORNIA
Google testa carro sem motorista na Califórnia
14 de Maio de 2014 • Atualizado às 11h13
A multinacional Google está investindo em uma nova tecnologia
automotiva que pode mudar a vida de muitas pessoas. Trata-se de um carro
que não precisa ser guiado por um motorista. A empresa busca
desenvolver um modelo eficiente e seguro.
Em 2012, a companhia já havia divulgado um vídeo em que testava um modelo de carro autônomo, confira abaixo. As avaliações da tecnologia sempre ocorriam em estradas – onde situações imprevisíveis são mais difíceis de ocorrer.
Agora o Google afirma que aperfeiçoou o software para que centenas de objetos possam ser detectados simultaneamente. Desta forma, os testes podem ser ampliados para as regiões em que o automóvel provavelmente será destinado: as grandes cidades.
As primeiras experimentações em áreas mais urbanas ocorrem nas ruas de Mountain View, na Califórnia, Estados Unidos. No blog da empresa, o diretor do projeto de carros sem motorista, Chris Urmson, afirmou que com o desenvolvimento da tecnologia foi possível incluir “pedestres, ônibus, um sinal de ‘pare’ segurado por um guarda ou um ciclista fazendo gestos que indicam uma possível virada”, simulando possíveis situações.
O automóvel do Google possui câmeras de vídeo, radares, lasers e uma base de dados com informações coletadas de veículos conduzidos manualmente para ajudar a navegação.
Algumas montadoras já se empenham para o desenvolvimento deste tipo de tecnologia, um exemplo é a fabricante Nissan que, no final do ano passado, realizou um teste de carro elétrico sem motorista no Japão, saiba mais aqui.
Veja abaixo o vídeo mais recente de como funciona a tecnologia Google:
“Como se vê, o que parece caótico e aleatório em uma rua da cidade para os seres humanos é bastante previsível para um computador. Criamos modelos baseado no que esperar do software dependendo de diversas situações - prováveis e improváveis. Ainda temos muitos problemas para resolver antes de enfrentar outra cidade, mas diversas situações que teria nos deixado perplexos há dois anos agora pode ser navegado de forma autônoma”, finaliza Urmson.
Redação CicloVivo
Em 2012, a companhia já havia divulgado um vídeo em que testava um modelo de carro autônomo, confira abaixo. As avaliações da tecnologia sempre ocorriam em estradas – onde situações imprevisíveis são mais difíceis de ocorrer.
Agora o Google afirma que aperfeiçoou o software para que centenas de objetos possam ser detectados simultaneamente. Desta forma, os testes podem ser ampliados para as regiões em que o automóvel provavelmente será destinado: as grandes cidades.
As primeiras experimentações em áreas mais urbanas ocorrem nas ruas de Mountain View, na Califórnia, Estados Unidos. No blog da empresa, o diretor do projeto de carros sem motorista, Chris Urmson, afirmou que com o desenvolvimento da tecnologia foi possível incluir “pedestres, ônibus, um sinal de ‘pare’ segurado por um guarda ou um ciclista fazendo gestos que indicam uma possível virada”, simulando possíveis situações.
O automóvel do Google possui câmeras de vídeo, radares, lasers e uma base de dados com informações coletadas de veículos conduzidos manualmente para ajudar a navegação.
Algumas montadoras já se empenham para o desenvolvimento deste tipo de tecnologia, um exemplo é a fabricante Nissan que, no final do ano passado, realizou um teste de carro elétrico sem motorista no Japão, saiba mais aqui.
Veja abaixo o vídeo mais recente de como funciona a tecnologia Google:
“Como se vê, o que parece caótico e aleatório em uma rua da cidade para os seres humanos é bastante previsível para um computador. Criamos modelos baseado no que esperar do software dependendo de diversas situações - prováveis e improváveis. Ainda temos muitos problemas para resolver antes de enfrentar outra cidade, mas diversas situações que teria nos deixado perplexos há dois anos agora pode ser navegado de forma autônoma”, finaliza Urmson.
Redação CicloVivo
ESCRITORIO ALEMÃO PROJETA CIDADE SAUDAVEL NA CHINA
Escritório alemão projeta cidade saudável e sustentável na China
14 de Maio de 2014 • Atualizado às 11h40
O escritório alemão de arquitetura, Peter Ruge, desenvolveu um projeto
de Cidade Verde e Saudável para a província de Hainan, na China. A ideia
possui uma abordagem inter-disciplinar e inter-cultural, com o intuito
de oferecer qualidade de vida para a população ao mesmo tempo em que
resgata a história do país.
O projeto é dividido em cinco bairros. Todos eles devem contar com estrutura médica, sistemas de produção de energia limpa e redes de transporte sustentáveis. Para complementar a estrutura, os arquitetos mantiveram os traços e o respeito pela identidade e história locais.
Imagem: Divulgação
Conforme informado pelo ArchDaily, toda a área urbana foi planejada
para minimizar o consumo energético e a pegada de carbono da construção.
Para garantir que 70% da energia seja proveniente de fontes renováveis,
o projeto conta com turbinas eólicas, células fotovoltaicas, biogás e
sistemas inteligentes para a distribuição de água e energia.
Em termos de saúde, as centrais médicas serão equipadas e capazes de ajudar os pacientes em todo o processo clínico, fazendo desde a prevenção até a fase final de reabilitação. Os moradores também terão check-ups programados, cuidados específicos com os idosos e espaço para o desenvolvimento de pesquisas na área médica.
As facilidades aplicadas em uma cidade do futuro incluem: fácil acesso a ônibus elétricos, carros elétricos, serviços públicos de aluguel e empréstimo de bicicletas, além de possuir vasta rede ferroviária operada com emissão zero de gases de efeito estufa. Todos os veículos particulares movidos a combustíveis fósseis devem ser proibidos na província.
Redação CicloVivo
O projeto é dividido em cinco bairros. Todos eles devem contar com estrutura médica, sistemas de produção de energia limpa e redes de transporte sustentáveis. Para complementar a estrutura, os arquitetos mantiveram os traços e o respeito pela identidade e história locais.
Imagem: Divulgação
Em termos de saúde, as centrais médicas serão equipadas e capazes de ajudar os pacientes em todo o processo clínico, fazendo desde a prevenção até a fase final de reabilitação. Os moradores também terão check-ups programados, cuidados específicos com os idosos e espaço para o desenvolvimento de pesquisas na área médica.
As facilidades aplicadas em uma cidade do futuro incluem: fácil acesso a ônibus elétricos, carros elétricos, serviços públicos de aluguel e empréstimo de bicicletas, além de possuir vasta rede ferroviária operada com emissão zero de gases de efeito estufa. Todos os veículos particulares movidos a combustíveis fósseis devem ser proibidos na província.
Redação CicloVivo
quinta-feira, 15 de maio de 2014
CHINA INVESTE NA CONSTRUÇÃO DE FERROVIAS EM ÁFRICA
China investe na construção de ferrovia em África
O Banco de Importações e Exportações concederá ao
governo queniano um crédito no valor de 3,6 bilhões de dólares
destinados para este maior projeto na África Oriental. O anúncio foi
feito após um périplo africano do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang,
que esteve em visita no Quênia, Etiópia, Nigéria e Angola.
Uma
seção ferroviária que ligará o porto de Mombaça à capital do Quênia faz
parte da rota africana oriental. Deste modo, os países vizinhos sem a
saída para o mar terão um acesso direto ao oceano Índico. Trata-se do
Sudão do Sul, a República Democrática do Congo, Burundi, Uganda e
Ruanda.
Nesses países ninguém põe em causa a eficácia do
projeto. O caminho de ferro permitirá ainda uma entrada para os
mercados globais. Simultaneamente, serão criados incentivos reais para o
desenvolvimento do comércio regional. Ambos os fatores são favoráveis
para a China, opina Alexander Larin, do Instituto de Extremo Oriente:
“O
evento se enquadra no rumo da política econômica externa da China que
anda à procura de matérias-primas pelo mundo inteiro, procurando acesso
às suas reservas, sobretudo, energéticas. Tal é a sua estratégia. Diante
disso e para reforçar a sua influência, a China tem investido enormes
capitais em construção de infra-estruturas – ferrovias e rodovias,
sistemas de comunicações, caminhos para as fontes de energia, visando as
futuras importações”.
O
êxito do projeto permitirá à China transportar em cisternas o petróleo
do Sudão do Sul para o porto queniano de Mombaça. Hoje, as importações
de petróleo através do Sudão estão praticamente suspensas devido ao
conflito interno sudanês. Além disso, a China pretende assegurar deste
modo as importações de petróleo do Uganda que se realizam mediante um
oleoduto, em perigo permanente por causa de conflitos inter-étnicos
regionais.
Entretanto, no Uganda e no Ruanda, a
China mantém projetos importantes no setor pesqueiro e agrícola. A nova
via férrea tem sido vista com a principal artéria das importações de
mercadorias desse grupo. O projeto de construção foi apresentado pela
empresa pública China Road and Bridge Corporation, tendo o contrato sido
promovido pelo presidente da China, Xi Jinping, ainda em agosto do ano
passado nas conversações travadas em Pequim com seu homólogo queniano,
Uhuru Kenyatta. Três meses depois, o projeto começou a ser implementado.
Foi anunciado ainda que as obras seriam financiadas pelo Banco de
Importações e Exportações da China.
Enquanto isso, um
acordo sobre a concessão de créditos foi celebrado ao cabo de seis
meses. Não se exclui que a demora tenha sido relacionada com intrigas
políticas tecidas por oponentes do presidente do Quênia, descontentes
que a China tinha sido convidada sem qualquer concurso, prevendo a
participação de outros candidatos.
Os críticos afirmam
que o monopolismo permite que os chineses aumentem preços por serviços
prestados, enquanto as vitórias em concursos se alcançam devido à larga
ajuda financeira de Pequim. O nosso perito, Alexander Larin, comenta:
“Tal
cenário tem sido real, já que a China se tornou uma potência influente
que conta com meios enormes para fazer investimentos, estabelecer
contatos necessários e criar um clima político propício para seus
investimentos. O dinheiro não deixa de ser um instrumento potente para o
desenvolvimento de colaboração”.
A China monopolizou a
construção e a reabilitação de ferrovias na Nigéria e na Etiópia, tendo
alocado para o efeito um montante sumário de 12,3 bilhões de dólares.
Para as obras de modernização de portos marítimos tanzanianos foram
investidos 5 bilhões de dólares. Com isso, a China praticamente não tem
concorrentes, nem do ponto de vista financeiro, nem em termos de apoio
logístico e recursos humanos, salienta a perita do Instituto de África,
Tatiana Deich:
“Até os países do Ocidente têm
dificuldades em concorrer com a China nessa vertente. Em muitas
ocasiões, segundo reconhecem os próprios africanos, o Ocidente
condiciona a ajuda aos determinados motivos políticos. A China não faz
isso. Colabora com todos. O seu maior princípio é não interferir nos
assuntos internos dos países africanos, ajudando-os”.
A
recente visita do presidente do Conselho de Estado, Li Keqiang,
redundou em uma nova intervenção financeira da China no continente
africano. Foi anunciada a decisão de aumentar créditos em 10 bilhões,
podendo esses vir a totalizar 30 bilhões de dólares. O Fundo de
Desenvolvimento Chinês-Africano irá crescer em 2 bilhões, se estimando a
partir daí em 5 bilhões de dólares.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_05_14/China-investe-na-construcao-de-ferrovia-em-Africa-3919/
CHILE CRIA PURIFICADOR DE ÁGUA QUE PODE SER ESPERANÇA PARA AMÉRICA E ÁFRICA
Chile cria purificador de água que pode ser esperança para América e África
Essa é apenas uma pequena parte dos 768 milhões de pessoas no mundo que não têm acesso à água limpa, segundo dados das Nações Unidas.
O chileno Alfredo Zolezzi, à frente dos laboratórios do Advance Innovation Center (AIC), de Viña del Mar (costa central), é autor de uma experiência científica que, pela primeira vez, torna água contaminada em plasma, o quarto estado da matéria além do líquido, sólido e gasoso.
O plasma é obtido com a ionização dos átomos, que perdem sua cobertura de elétrons e ficam todos desordenados.
Estrelas como o Sol se encontram em estado plasmático, e o plasma também é usado para gerar luz em fluorescentes e em modernos aparelhos de televisão.
Diferentemente dos purificadores atuais, o dispositivo criado por Zolezzi acelera a água, aplicando-lhe uma descarga elétrica, transforma-a em plasma e destrói todos os vírus e bactérias em um processo com o qual se obtém água mais pura do que a que chega às nossas casas.
O dispositivo, um tubo de 30 centímetros de comprimento, é alimentado com eletricidade, mas também poderia sê-lo com baterias dotadas de requisitos específicos.
Além disso, o cientista afirmou que exige muito pouca energia e infraestrutura, condições ideais para ser usado em aldeias remotas e pobres.
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Embora
Zolezzi tenha deixado claro em seu laboratório de inovação que não é um
filantropo e que quer ganhar dinheiro com sua invenção, sua meta agora é
fazer uma aliança com grandes empresas e organizações internacionais
que garanta que a tecnologia chegue aos mais necessitados."O que nós buscamos é romper o paradigma e demonstrar que a tecnologia e a pobreza conversam, sim. A tecnologia não chega aos pobres, ou chega até eles quando está obsoleta, e o que queremos é, justamente, desenvolver ciência avançada e conectá-la com problemas reais", disse Zolezzi, entusiasmado.
"O desafio está em fazer as grandes companhias verem que é eficaz um modelo de negócios que ponha a inovação primeiro a serviço dos mais necessitados e depois busque aplicações comerciais", afirmou.
Zolezzi não quis vender essa descoberta. Simplificou-a para que seja fácil de usar em qualquer lugar e se assegurou de que essa tecnologia possa mudar a vida dos que têm menos antes de ser comercializada em larga escala.
Ele também concebeu variações do purificador para que possa, no futuro, ser fabricado em impressoras 3D.
O projeto avançou neste último ano: foram selecionados os países onde vai ser produzido em larga escala e onde será testado com ajuda do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da ONG Fundação Avina. Ambos capacitarão a população de cada país e documentarão as dificuldades antes de uma distribuição global, que chegaria em 2015.
"Não é o mesmo tê-lo na África, em um lugar de muito calor e baixa umidade, ou no altiplano boliviano. Tecnicamente, poderiam representar desafios diferentes", explicou Zolezzi.
Depois, medirão o impacto. "Levar água é higiene, higiene é saúde, saúde é desenvolvimento, desenvolvimento é dignidade", destacou.
Antes de preparar o purificador para viajar pelo mundo, Zolezzi testou seu funcionamento com várias famílias do acampamento San José de Cerrillos, um bairro precário de Santiago onde não havia água potável corrente.
"A água saía suja, e tínhamos muitos problemas de saúde, sobretudo, estomacais. Embora tivéssemos água, ficávamos doentes do mesmo jeito", explicou à AFP Rosa Reyes Vargas, ex-líder comunitária do assentamento.
"A água do purificador era cristalina, saía limpinha, tinha um gosto bom. Quando o purificador chegou, não tínhamos medo de fazer suco", contou a mulher, que desde então foi realocada, junto com outras famílias, para um bairro de casas populares de Santiago.
terça-feira, 13 de maio de 2014
DESALINIZAR AGUA DO MAR :O EXEMPLO DE ISRAEL PARA O BRASIL E AMÉRICA DO SUL
DESALINIZAR AGUA DO MAR:O EXEMPLO DE ISRAEL PARA O BRASIL E AMÉRICA DO SUL:
O
Nordeste do BRASIL ,sofre há anos com seca,desalinizar agua do mar
poderia ser a melhor opção ,seria utilizada para consumo humano ,
consumo animal ,irrigação; também agua desalinizada poderia ser
exportada do NORDESTE/SUDESTE para Minas Gerais ,Goiás,Tocantins,
durante o período de seca a traves de aquedutos .
São Paulo e Rio de Janeiro tanto a capital como o interior
poderiam consumir agua desalinizada da mesma forma ; nos períodos de
seca a região Sul do Brasil poderia ser abastecida com agua
desalinizada.
O norte do Chile poderia utilizar agua desalinizada e exportar
para Bolívia e Noroeste da Argentina por aquedutos;O Peru poderia fazer o
mesmo para irrigar a região costeira e exportar para Bolívia .
A
Argentina poderia desalinizar agua do mar na Patagónia ,utilizar para
consumo tanto humano como animal ,como para irrigação tanto na Patagónia
como na Pampa Interior(ou Pampa seca) .
Os níveis do mar e oceanos estão se elevando ,seria uma forma também de aliviar a elevação das aguas .
MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH
Israel inaugura a maior usina de dessalinização do mundo
07 de Julho de 2010 • Atualizado às 06h00
No último mês, Israel inaugurou a sua terceira usina de dessalinização no norte da cidade de Hadera. A usina foi considerada a maior usina de dessalinização por osmose reversa do mundo. Ela captura água do Mar Mediterrâneo e a torna potável, a expectativa é que a usina produza 127 milhões de metros cúbicos de água por ano – o suficiente para abastecer um sexto da população israelense.
Criada com um investimento de quase meio bilhão de dólares, a usina foi criada pela IDE Technologies, uma companhia israelense que já construiu duas usinas de dessalinização de água no país junto com a Housing and Construction Group, uma construtora pertencente ao grupo Arison.
O governo foi o responsável pelo plano de criar a usina, com o objetivo de atender as demandas de uma população crescente e com o seu estoque de água sempre ameaçado, dependentes quase que exclusivamente das chuvas de inverno.
Através de um contrato de 25 anos, a água custará um pouco mais de 50 centavos por metro cúbico. Segundo a IDE, a primeira usina de dessalinização, construída na costa de Ashkelon, tem tido um bom desempenho desde 2005. Existe uma terceira usina em Palmahim, ao sul de Tel Aviv. Outras duas usinas estão sendo construídas em Ashhdod e Soreq.
Uma nova era?
“O sucesso do conceito de uma mega usina de dessalinização alcançou uma nova era de água abundante e acessível para o mundo, que vêm enfrentando problemas de falta de água” disse Avshalom Felber, CEO da IDE Technologies, em um comunicado oficial.
Ofer Kotler, CEO da Housing and Construction Group disse: “Como um dos maiores e mais complexos projetos que o nosso grupo já fez, nós estamos particularmente satisfeitos em apresentar esta usina para um país passando por dificuldades com a água”.
A IDE apresentou avanços tecnológicos nos campos da dessalinização térmica e de membrana. O sal é retirado da água marinha, utilizando um processo de osmose reversa, uma das duas maneiras de utilizar membranas para dessalinizar a água. Na osmose reversa a água de uma solução salina altamente pressurizada é canalizada através de uma membrana permeável que a separa dos componentes salgados. A segunda maneira se dá através de um processo chamado eletrodiálise.
A IDE é pertencente a duas mega-indústrias israelenses. A empresa química ICL, e a Delek Group, uma investidora de energia e infraestrutura.
Não é ecológico
Os ambientalista de Israel não vêm a dessalinização como solução de longo prazo para resolver a falta de água em Israel e no Oriente Médio. Um dos grupos protestantes são os Friends of the Earth Middle East (FOEME), cujo diretor israelense Gidon Bromberg aponta que a dependência intensa dessas usinas de alta intensidade energética, e altamente poluente, não é uma solução viável a longo prazo.
Bromberg e outras pessoas dedicadas à proteção dos recursos hídricos locais sugerem que os países carentes de água, como Israel, Jordânia e outros na região devem identificar os meios mais eficazes de reduzir o consumo de água.
“Este conflito entre a indústria e ambientalistas não é novidade, agora é hora de encontrar um terreno comum e contornar a crise”, diz Shmulik Shai, gerente geral da H2ID, a usina de dessalinização de Hadera. Ele ainda diz que nos últimos cinco anos Israel vem enfrentando uma grave escassez nas suas três principais fontes de água: o mar da Galiléia, seu aquífero da montanha e seus aquíferos costeiros. Ele adverte que o país já está em situação de risco, e que se continuar desse jeito, as conseqüências poderão ficar cada vez mais graves.
Segundo Shai a usina irá fornecer boa parte dos 750 milhões de metros cúbicos de água que os israelenses necessitam para o uso pessoal.
Redação CicloVivo
CHINA DESEJA CONSTRIR FERROVIAS NA ÁFRICA
A porta-voz da chancelaria chinesa, HuaChunying, afirmou nesta
terça-feira (13), que a China tem toda a disponibilidade para
compartilhar com África do conhecimento tecnologico e experiência na
construção de ferrovias.
Recorde-se que durante a visita ao continente africano, o primeiro-ministro chinês Li Keqiang chegou a acordo com os líderes do Quênia, Uganda, Tanzânia, Ruanda, Sudão do Sul e Burundi sobre a cooperação na área de construção de ferrovias, com a finalidade de construir uma linha interligada entre os países do continente.
A porta-voz apontou que a China irá reforçar as coordenações com os países relacionados e com a União Africana, avançando com os projetos de construção de redes de autoestradas, ferrovias e aviação.
HuaChunying relembrou que a presidente da UA, Nkosazana Dlamini-Zuma, apontou que África abriga o sonho do século, que consiste em ligar todas as capitais dos países africanos com uma única rede ferroviária. Neste contexto, a China tem dado prioridade à construção de infraestruturas, na cooperação com África.
Tradução: Isabel Shi
Revisão: João Pimenta
Recorde-se que durante a visita ao continente africano, o primeiro-ministro chinês Li Keqiang chegou a acordo com os líderes do Quênia, Uganda, Tanzânia, Ruanda, Sudão do Sul e Burundi sobre a cooperação na área de construção de ferrovias, com a finalidade de construir uma linha interligada entre os países do continente.
A porta-voz apontou que a China irá reforçar as coordenações com os países relacionados e com a União Africana, avançando com os projetos de construção de redes de autoestradas, ferrovias e aviação.
HuaChunying relembrou que a presidente da UA, Nkosazana Dlamini-Zuma, apontou que África abriga o sonho do século, que consiste em ligar todas as capitais dos países africanos com uma única rede ferroviária. Neste contexto, a China tem dado prioridade à construção de infraestruturas, na cooperação com África.
Tradução: Isabel Shi
Revisão: João Pimenta
segunda-feira, 12 de maio de 2014
desalinizar agua do mar em estado de são paulo
CAMPO GRANDE(MS)BRASIL, 12-05-2014
EXMO SR GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO
(67)3365-8067
Túneis usados na 2ª Guerra Mundial viram hortas subterrâneas em Londres
Túneis usados na 2ª Guerra Mundial viram hortas subterrâneas em Londres
Horta funciona mais ou menos como as estufas. Lâmpadas especiais reproduzem a luz do sol e água é misturada a nutrientes.
O
Jornal Nacional mostra que o subsolo de Londres tem mais atrativos,
além do sistema de metrô considerado um dos mais eficientes do mundo.
De fora, apenas uma estação de metrô. Mas embaixo dos trilhos, se esconde um pedaço da história de Londres.
Na Segunda Guerra Mundial, quando os aviões nazistas jogavam bombas sobre a cidade, os moradores corriam para túneis construídos especialmente para protegê-los.
Com o fim da guerra, há 69 anos, os túneis foram abandonados, mas agora podem ter uma nova missão. Para conhecê-la, uma descida de 179 degraus, a uma profundidade de 34 metros, um pouco menos do que a altura do Cristo Redentor. E lá estão os túneis, que, graças à tecnologia, estão se transformando em hortas subterrâneas.
Não importa o clima que está fazendo lá em cima, a estação do ano, se chove ou não. Lá embaixo, é uma constante primavera. Temperatura em torno de 20°C, e tem até uma leve brisa, produzida por um ventilador, que ajuda as plantas a crescerem fortes, saudáveis e saborosas.
A horta funciona mais ou menos como as estufas. Lâmpadas especiais reproduzem a luz do sol. A água é misturada a nutrientes. Tudo automatizado. E ali, no fundo da terra, os vegetais não têm contato com nenhum inseto ou erva-daninha, ou seja, não precisam de agrotóxicos.
Richard Ballard, um dos idealizadores do projeto, diz que há mais uma vantagem: "as verduras são plantadas perto dos consumidores, o que diminui o custo de transporte e elas chegam mais frescas à mesa."
Na Segunda Guerra Mundial, quando os aviões nazistas jogavam bombas sobre a cidade, os moradores corriam para túneis construídos especialmente para protegê-los.
Com o fim da guerra, há 69 anos, os túneis foram abandonados, mas agora podem ter uma nova missão. Para conhecê-la, uma descida de 179 degraus, a uma profundidade de 34 metros, um pouco menos do que a altura do Cristo Redentor. E lá estão os túneis, que, graças à tecnologia, estão se transformando em hortas subterrâneas.
Não importa o clima que está fazendo lá em cima, a estação do ano, se chove ou não. Lá embaixo, é uma constante primavera. Temperatura em torno de 20°C, e tem até uma leve brisa, produzida por um ventilador, que ajuda as plantas a crescerem fortes, saudáveis e saborosas.
A horta funciona mais ou menos como as estufas. Lâmpadas especiais reproduzem a luz do sol. A água é misturada a nutrientes. Tudo automatizado. E ali, no fundo da terra, os vegetais não têm contato com nenhum inseto ou erva-daninha, ou seja, não precisam de agrotóxicos.
Richard Ballard, um dos idealizadores do projeto, diz que há mais uma vantagem: "as verduras são plantadas perto dos consumidores, o que diminui o custo de transporte e elas chegam mais frescas à mesa."
Por
enquanto, a horta ocupa apenas um túnel e produz microverduras que são
usadas por um consagrado chefe de cozinha da cidade. Michel Roux disse
que o sabor é inacreditável.
O projeto mostra que não é só sobre uma boa terra que tudo cresce. Com tecnologia e criatividade, embaixo dela também.
O projeto mostra que não é só sobre uma boa terra que tudo cresce. Com tecnologia e criatividade, embaixo dela também.
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
A PUPUNHA UMA PALMEIRA AMAZÓNICA
A PUPUNHA UMA PALMEIRA AMAZÓNICA:
Pupunheira
Palmeira
nativa dos trópicos úmidos americanos, a pupunheira (Bactris gasipae)
produz cachos grandes de frutos comestíveis, utilizados de variadas
maneiras. Considerado alimento básico em algumas regiões, o fruto tem
sabor agradável e alto valor nutritivo. É consumido cozido e presta-se
à extração de óleo ou à produção de farinha, usada na alimentação
humana e animal.
Os
frutos da pupunheira constituem um alimento essencialmente energético,
mas contêm quantidades pequenas de proteína, óleo, caroteno (pró-vitamina
A), vitaminas B, C e ferro. Os frutos e seus derivados, quando crus,
contêm uma enzima, que inibe a digestão de proteínas, e um ácido,
que provoca irritação na mucosa da boca.
Clima
e solo
A
pupunheira vem sendo explorada com sucesso, pois adapta-se com
facilidade às mais diversas condições climáticas. As condições
ambientais ideais encontram-se
nos climas quentes e úmidos, com temperatura média acima de 22° C e
abundância de chuvas (acima de 2.000 mm anuais), bem distribuídas ao
longo do ano. Para desenvolver-se bem, a planta exige solos bem
drenados, de fertilidade de média a alta, pH próximo ao neutro (7,0) e
com textura média ou leve. Apesar de a pupunheira necessitar de muita
água, não tolera solos encharcados, que limita o seu cultivo. Nos
solos ácidos e de baixa fertilidade, desde que devidamente corrigidos e
adubados, a pupunheira apresenta bom crescimento.
Variedades
De
forma geral, as variedades ou tipos de pupunheira são agrupadas segundo
a coloração da casca dos frutos (do vermelho intenso ao alaranjado e
do amarelo ao rajado e do verde-amarelo), o teor de óleo na polpa e a
existência ou não de sementes nos frutos. Recentemente, as pupunheiras
foram classificadas, também, em raças com base na espessura da polpa,
isto é microcarpa, mesocarpa e macrocarpa.
O
peso do fruto vaia de 20g a 100g ou mais, de acordo com a consistência
seca, feculenta ou muito oleosa da polpa.
A
escolha da variedade a plantar depende da finalidade da exploração.
Germinação
As
sementes não suportam secagem e são sensíveis a baixas temperaturas.
Quando o teor de umidade cai para níveis próximos a 35%, começam a
perder a capacidade de germinação. Se a umidade chega a 15%, perdem
completamente seu poder germinativo. Temperaturas abaixo de 15° C são
prejudiciais à preservação da capacidade de germinação. As sementes
se tornam totalmente inviáveis quando submetidas, mesmo por curtos períodos,
à temperatura de 10° C.
Semeadura
Faz-se
a semeadura em sulcos distanciados 5 m ente si, à profundidade de 2cm,
dispondo-se as sementes na posição horizontal, numa densidade de 40
por metro linear, o que possibilita a semeadura de 800 sementes em cada
metro quadrado de sementeira.
A
operação de transplantio da sementeira para sacos de plásticos,
denominada repicagem, é efetuada quando as mudinhas apresentarem 10 cm
de altura (de 20 a 25 dias após a germinação). Efetua-se a repicagem
com máximo de cuidado,
evitando destacar a mudinha da semente que lhe deu origem, pois esta
ainda representa importante fonte de alimentação para a planta recém-germinada.
Os
sacos devem conter a mesma mistura indicada para o sistema de semeadura
direta, adicionando-se, porém, 4,5 g de superfosfato triplo, 1 kg de
cloreto de potássio, 10 g de bórax, 20 g de sulfato de zinco e 1 kg de
carbonato de cálcio para cada metro cúbico de terriço com esterco. A
primeira adubação com uréia deve ser feita dez a quinze dias após a
repicagem, valendo-se dos mesmos procedimentos descritos anteriormente.
As
mudas serão levadas ao campo, para o plantio no local definitivo,
quando apresentarem de 30 a 40 cm de altura.
Preparo da área
As
áreas destinadas ao cultivo de pupunheiras para a produção de palmito
devem ser aradas e gradeadas, visando facilitar o plantio das mudas, já
que o espaçamento entre as covas é pequeno.
Assim,
recomenda-se, preferencialmente, o uso de áreas com vegetação de
pequeno porte, para que essas operações sejam simplificadas.
Nos
plantios destinados à produção de frutos, as operações e gradagem
podem ser dispensadas, exigindo-se somente uma roçagem da vegetação
existente na área.
Espaçamento
O
espaçamento usado na cultura depende do tipo de exploração. No caso
de cultivo destinado à produção de frutos, recomenda-se o espaçamento
de 6 x 6 m, em triângulos, o que permite uma população de 320 plantas
por hectare. Nos plantios destinados à produção de palmito, o espaçamento
deve ser de 2 x 1 m, obtendo-se uma população de 5.000 plantas por
hectare.
Plantio
O
plantio deve ser realizado no início da época das chuvas, para que a
planta aproveite todo o período chuvoso e apresente bom desenvolvimento
inicial, adquirindo resistência para enfrentar possíveis estiagens. As
covas deverão medir 40 x 40 x 40 cm.
Tratos
culturais
Coroamento
é feito por meio de capina ou roçagem
em torno das plantas, eliminando-se as plantas daninhas.
Opcionalmente, essa operação pode ser feita com o uso de herbicidas.
Desbaste
– É prática fundamental nos plantios em que se deseja a produção
de frutos. Consiste em eliminar os perfilhos excedentes, iniciando-se
dois anos após o plantio, para que, em cada touceira, permaneçam de três
a quatro plantas adultas. O desbaste, desde que bem executado, é feito
somente uma vez por ano.
Roçagem
– A área restante, representada pela faixa das estrelinhas, pode ser
roçada manualmente ou com máquina, rebaixando-se as plantas daninhas,
sem necessidade de revolver o solo.
Adubação
– Nos plantios destinados à produção de frutos, recomenda-se aplicação
por planta em cobertura, durante os dois primeiros anos de 100 g de
sulfato de amônio, 100 g de superfosfato triplo e de 100 g de cloreto
de potássio, aplicados em duas parcelas. A partir do terceiro ano, aumentam-se as dosagens para 150 g
de superfosfato de amônio, 200 g
de superfosfato triplo e 200 g de cloreto de potássio.
Para
a produção de palmito adubam-se as plantas, no primeiro ano com 100 g
de sulfato de amônio, 50 g de superfosfato triplo e 20 g de cloreto de
potássio. A partir do segundo ano duplicam-se essas doses.
Pragas
e doenças
Na
Amazônia, a principal praga é a abelha-de-cachorro, também conhecida
como arapuá (Melipona ruficrus), que durante a floração destrói
as flores e os botões florais, reduzindo a produção. A medida de
controle recomendada consiste na eliminação dos ninhos, geralmente
encontrados na capoeira e na mata das proximidades.
A
pupunheira também é atacada por lagartas esverdeadas, que têm o hábito
de enrolar os folíolos para se alimentar e se proteger de seus inimigos
naturais. Para controla-las, usam-se inseticidas fosforados, na
concentração de 1g do produto comercial para 1 litro de água.
Como
principais doenças incluem-se a antracnóse (manhas nas folhas),
causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides, e a podridão-negra-dos
frutos ocasionada inicialmente pelo fungo thielaviopsis paradoxa, em sua
forma imperfeita, e pelo Ceratocytis paradoxa, na forma perfeita.
O
controle deve ser feito a partir da formação de mudas no viveiro e no
início da floração, continuando no decorrer da frutificação,
principalmente na época da umidade excessiva, com pulverizações com
produtos à base de cobre.
Colheita
As
plantas iniciam a produção no terceiro ano depois do plantio tendendo
a frutificação a estabilizar-se a partir do sexto ano, atingindo uma
produtividade em torno de 20t/ha/ano.
Quando
os frutos alcançam o ponto de maturação, faz-se a colheita para tanto
se usa varas com podão preso na extremidade.
José
Monteiro
Engenheiro Agrônomo, MS
Extraído do Jornal CEPLAC Notícias - agosto 2000
Engenheiro Agrônomo, MS
Extraído do Jornal CEPLAC Notícias - agosto 2000
O PEQUI ,FRUTA DO CERRADO BRASILEIRO
O fruto de Pequi é do cerrado brasileiro, tradicionalmente, rurais brasileiros que plantam pequizeiros volta a sua aldeia. Se você nunca ouviu falar do Pequi antes, terá noticias do fruto em breve.
O fruto do pequi é
parecido com um abacate pequeno, e vem chama a atenção dos médicos e
nutricionistas como, um super alimento quem contém algumas propriedades
interessantes, com diversos benefícios para saúde.
Quase todas as partes do pequizeiro podem ser usadas para alimentos, assistência médica ou para fins de construção. Pequi, portanto, tem um papel muito importante na cultura indígena do Brasil.
Como
a semente leva um longo tempo para germinar, a colheita tem de ser
feito de forma sustentável, com árvores de substituição cuidadosamente
plantadas para manter o fornecimento indo.
Pequi tem
sido usado por brasileiros como um grampo durante anos na preparação de
alimentos e às bebidas de sabor, ou simplesmente comido cru como um
lanche. O óleo de Pequi, o qual é extraído do fruto, também é utilizada como um óleo de cozinha.
Então porque as pessoas tem interesse sobre o fruto do pequi. Bem, não é necessariamente o gosto, o fruto de pequi em si tem um sabor forte que tende a dividir a opinião, geralmente não é favorecido por paladares ocidentais.
Pesquisas realizadas sugerem o consumo de óleo de pequi para uma visa mais saudável. Aqui está um guia rápido de por que os profissionais de saúde estão ficando interessados no fruto do pequi.
Veja 6 Benefícios do Fruto de Pequi para Saúde!
- Pequi é conhecido por conter vários antioxidantes e o óleo de pequi tem sido associado com propriedades anti-inflamatórias.
- O óleo de pequi está cheio de ácidos gordos mono-insaturados, a gordura saudável para o coração mesmo que é encontrado em nozes e azeite de oliva. Os pesquisadores pensam que estas gorduras monoinsaturadas têm um papel importante a desempenhar na redução do colesterol e redução da pressão arterial.
- Bem como os benefícios para a saúde potenciais acima, pequi parece ser uma forma natural e eficaz para tratar a pele seca e eczema, que é por isso que está começando a ser incluído na pele e cabelo produtos como hidratante.
- As propriedades anti-inflamatórias do fruto do pequi, também podem ajudar a reduzir a inflamação da pele naturalmente.
- Óleo de pequi ainda não é amplamente disponível nas prateleiras das lojas, mas é provável que você ouvir mais sobre isto como um suplemento e um ingrediente em produtos de beleza.
- Um estudo recente envolvendo atletas ilustra os resultados promissores que são provenientes desta fruta maravilha potenciais. Um número de atletas masculinos e femininos com idades variando de 15 a 67, receberam suplemento de óleo de pequi diariamente por duas semanas. Os pesquisadores descobriram que, o uso do suplemento de óleo de pequi, teve um efeito anti-inflamatório nos atletas e que tanto a sua pressão arterial, colesterol total e (o mau) colesterol de lipoproteína de baixa densidade foram reduzidos. A teoria é que os pesquisadores os antioxidantes no fruto são responsáveis pelos efeitos anti-inflamatórios, e que os seus ácidos gordos monoinsaturados pode explicar os efeitos positivos sobre os níveis de colesterol.
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